2º dia
Jesus, Messias pobre
Jesus, Ele, filho de Deus, escolheu encarnar no meio dos mais pobres. O Papa Leão XIV no-lo recorda, «Jesus nasce em condições humildes, desde o seu nascimento é deitado numa manjedoura, e muito depressa, para o salvar da morte, os seus pais fogem para o Egipto. No princípio da sua vida pública, é escorraçado de Nazaré depois de, na Sinagoga, ter anunciado a concretização em si mesmo do ano de graça com o qual os pobres se regozijam. E não existe lugar acolhedor, nem mesmo para a sua morte: conduzem-no fora de Jerusalém para o
crucificarem. É nesta condição que se pode resumir de maneira clara a pobreza de Jesus. Trata-se mesmo da exclusão que caracteriza a definição dos pobres: eles são os excluídos da sociedade»[1].
Eugénie, no seu Diário, evoca este apelo de Jesus a consagrar-se até ao fim aos mais abandonados das nossas sociedades: «Eu ouvi o apelo de Deus e por Ele o grito das pobres almas abandonadas. Não, mundo e demónio, tudo é inútil, os vossos esforços, os vossos trabalhos, eu permanecerei fiel à minha vocação, com a graça de Deus!». Cf. Diário da Irmã Eugénie Caps, 24 de junho de 1921.
Oração para ser rezada em comum
Senhor, dai-nos o vosso espírito de abandono para nos entregarmos totalmente nas vossas mãos, e de Vós aprender a nos tornarmos próximos das pessoas não consideradas, marginalizadas, desprezadas, onde quer que nos encontremos.
